Com
base no texto de Pimenta e Lucena, é
explicito alguns conceitos de estágio sendo este como parte prática dos cursos
de formação que encaminha-se juntamente com à teoria desta forma, anulando toda
e qualquer ideia que se diz respeito a tal diferença de teoria e prática.
Porém
o estágio é visto na maioria das vezes como sendo a parte prática. É errônea a
ideia que a teoria se distancia da realidade e que a prática não coincide com a
teoria, pois, sabe-se que uma depende da outra. A teoria é indissociável a
prática.
Assim
o estágio assume o papel de área investigativa, onde a ação é refletida e
repensada com teorias, ou seja, estágio com o posicionamento investigativo
requer a reflexão sobre a realidade e intervenção para melhorias.
Desta
forma as práticas e ações de uma escola são refeitas e uma nova realidade é
construída, pois por existir modelos e tendências das praticas pedagogias, há
estágios que se prendem aos modelos existentes e se moldam para a sua prática.
Além
disso, existe a prática como instrumentalização técnica, onde as habilidades
não são suficientes para a resolução dos problemas com os quais se defrontam,
uma vez que a redução às técnicas não dá conta do conhecimento científico nem
da complexidade das situações que ocorrem. O estágio fica reduzido à hora da
prática, ao manejo de classe, ou seja, o saber fazer.
Assim
sendo, entendemos que não basta apenas o
conhecimento das teorias, ou saber qual prática pedagogia executar, tão pouco
somente em como fazer mas é necessário um boa dosagem desses três elementos
essenciais para um boa e excelente prática pedagogia.
Aluna: Aline Éllen Ferreira da Silva
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